segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

Semana de chuva

Passou-se uma semana, digamos, “normal”, na qual o destaque vai para uma festa na quarta-feira, de máscaras, na discoteca da universidade. De facto, o destaque vai para o facto da Universidade ter uma discoteca, mais ou menos do tamanho do lisboeta Garage, para terem uma ideia. Mascarado de jogador do Fenerbaçhe, lá passei um bom bocado na dita festa. Depois disso fomos recebidos em casa do nosso amigo Murat Dadak, para um agradável convívio.

A semana ficou também marcada pela chuva. Nem sei se lhe chame chuva. Por estas terras existe uma espécie de nevoeiro, uma “cacimba” como diria o meu rico paizinho, que nos molha a cara, e que não desaparece. O desagradável é que o ritmo desta chuva não diminui nem acelera. Está sempre igual, 24 horas por dia, e torna-se desagradável. No entanto, há um lado encantador neste fenómeno. Na nossa universidade, lá no topo da montanha, o nevoeiro é tão denso que só consigo ver com clareza as portas da universidade quando estou a cerca de 15 metros delas. É como ter aulas no topo da Serra de Sintra naqueles dias em que não se vê a próxima árvore.

Esta semana começou também o nosso business project, que vamos fazer com uma multinacional no ramo da auditoria. No entanto, o mais importante disto tudo é que vou trabalhar durante 2 dias por semana no mesmo prédio que a administração do Besiktas! Quem sabe não encontro o Simão ou o Quaresma lá em baixo no café?

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